"... Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca..."

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Money... Geld... χρήματα... Soldi... お金... DINHEIRO!!


Imagem tirada desse post da Juliana Coelho no blog Viagem Literária.

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.”
O que você trocaria, se ainda fosse assim? Bom, eu acho que eu morreria de fome! rs
Como só sei fazer scrapbooking, acho que não teria muito o que trocar, né? Você trocaria algo que produzisse por um álbum decorado? ;)


Na História, “algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–mercadorias.”
O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados (apesar de Uberaba ser a “terra do zebu”, eu continuaria morrendo de fome se essa fosse a moeda-mercadoria predominante). “O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.
Por apresentar vantagens, como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc. O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca. ”
Como você sabe, o Triângulo Mineiro nunca foi uma fonte muito boa de metais, né?! Então, ainda nessa época continuo pobre. kkkkk


Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.”
As primeiras moedas foram feitas de prata e ouro, mas até naquela época já tinham uns “espertinhos” que resolviam raspá-las para ficar com um pouco do pó antes de passá-las para frente.


Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.
Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.
No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques.
Desde que nasci já tivemos no Brasil: Cr$ - Cruzeiro (1984); Cz$ - Cruzado (1986) que valia Cr$1.000; NCz$ - Cruzado Novo (1989), que valia Cz$1.000; em 1990, voltamos ao Cr$, que correspondia a NCz$1; depois veio o CR$ - Cruzeiro Real em 1993 e este valia Cr$1.000; e finalmente em 1994 chegou o R$ - Real. Sabe quantos CR$ foram necessários para trocar por R$1? Lembra-se ou vai dizer que não foi na sua época?! rs
Tudo bem, eu também nem me lembrava... R$1 = CR$2.750.
Ou seja...?? Nosso dinheiro vale muito (ou pouco)?!
Depende... nas mãos de quem está...
Mas depois disso tudo, atualmente encontramos poucas pessoas que tem em seus bolsos moedas ou papel moeda, não é mesmo?! Os cartões tomaram conta!
O problema é que eles nos dão a falsa ilusão de que não é necessário dinheiro... mas em pouco tempo descobrimos a enrascada que nos metemos. Aí, é hora de fazer como a Becky Bloom, congelar (literalmente) o cartão para não correr o risco de gastar mais ainda.
Adoro a net, mas quando se está “duro” não é uma boa ideia ficar navegando por aí. Com ela, comprar ficou mais fácil, nem precisa sair de casa. Ando até deletando emails cujos assuntos tem a palavra “PROMOÇÃO”. Afff! Tudo tentação! rsss
Acho que adoraria estar na época dos escambos ainda. Talvez eu não tivesse que ficar quebrando a cabeça com dinheiro, ou melhor... a falta dele, em não gastar, em economizar, etc, etc.
Bom, esse post foi só para descontrair e porque esse assunto, DINHEIRO, é o que tem tirado meu sono. Afinal...
Dinheiro não é problema... é a solução de todos eles (pelo menos a maioria dos meus).

Enquanto não descobrimos um jeito de ganhá-lo, vamos falando dele. rss

Fonte: Banco Central do Brasil (acesso em 16/06/11).

** Observação sobre a imagem **
Adoro os textos que a Ju publica no Viagem Literária toda semana! São sempre bem humorados. E no texto onde encontrei essa imagem, ela indica o livro "Pobre não tem sorte" da Leila Rego (está na minha listinha de próximas leituras. Assim que ler conto como é!)

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